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Dicas e Inspirações

Novo parceiro em fotografia da Casa Coquetel. Deivis Lopes.

22/05/2013 -



A cada dia a Casa Coquetel tem feito novas amizades, parcerias e conquistado novos clientes! Recentemente conhecemos Deivis Lopes, um fotógrafo diferente e inovador.

Conheça a sua historia, que achamos bem bacana:

?A paixão pela fotografia veio logo no nascimento. Uma Kodak Instamatic 101, a famosa Kodak Xereta, foi a aquisição feita por meu pai nos idos de outubro de 1979, para fotografar as primeiras poses do filho.

Quem já viu meu álbum de família sabe: eu nunca tive simpatia por ser fotografado. Mesmo bebê, se não estava chorando quando focado pela velha Kodak, é porque estava dormindo. Entretanto, aquela curiosidade que toda criança tem de mexer no que não pode, logo virou mania de registrar os encontros e passeios em família. É bem verdade que as fotos não são tantas assim, pois os filmes de 12 poses para a minha Xereta eram muito caros; é verdade também que na maioria das fotos que fiz no passado, meu dedo aparece no canto, mas como hoje não há mais necessidade de filme e a questão do dedo na frente da lente já foi resolvida, a quantidade e qualidade das fotos que faço já não são como no passado.

A minha antiga Kodak 101 hoje está guardada como relíquia de família e faz parte da história. A história, aliás, foi o que me proporcionou um novo tipo de contato com o mundo da fotografia. Me formei historiador pela Universidade Luterana do Brasil, mas no início do curso, na então Faculdade Porto-Alegrense de Educação, Ciências e Letras, tive o prazer de conhecer a Prof. Dra. Vera Lúcia Maciel Barroso, que na disciplina de Introdução aos Estudos Históricos me fez ver a importância da fotografia como fonte histórica. A ideia então surgiu: por que não utilizar uma câmera fotográfica para registrar minhas pesquisas?

Tudo a seu tempo, como se diz. Me formei historiador, depois mestre em Ciências Sociais. Passou-se quase uma década entre a ideia e a ação concretizada, mas em 2012 iniciei minha participação em cursos na área de fotografia, adquiri equipamento profissional e lancei-me neste novo desafio. O objetivo inicial era voltado para o meio acadêmico, mas descobri no ser fotógrafo um vício, daqueles que valem a pena ser cultivados.

Atualmente sigo como pesquisador nas áreas da História e Ciências Sociais, porém a paixão pela fotografia faz com que eu não me limite às questões do passado e da sociedade, mas também trabalha no campo das Artes Visuais. Um sorriso, um olhar, um momento de carinho, um motivo para se festejar, são histórias que merecem ser contadas e, assim, eternizadas. Pensando nisso e procurando fazer de cada foto um instante único e particular, minha paixão de infância hoje confunde-se com minha profissão: fotógrafo.?





A cada dia a Casa Coquetel tem feito novas amizades, parcerias e conquistado novos clientes! Recentemente conhecemos Deivis Lopes, um fotógrafo diferente e inovador.

Conheça a sua historia, que achamos bem bacana:

?A paixão pela fotografia veio logo no nascimento. Uma Kodak Instamatic 101, a famosa Kodak Xereta, foi a aquisição feita por meu pai nos idos de outubro de 1979, para fotografar as primeiras poses do filho.

Quem já viu meu álbum de família sabe: eu nunca tive simpatia por ser fotografado. Mesmo bebê, se não estava chorando quando focado pela velha Kodak, é porque estava dormindo. Entretanto, aquela curiosidade que toda criança tem de mexer no que não pode, logo virou mania de registrar os encontros e passeios em família. É bem verdade que as fotos não são tantas assim, pois os filmes de 12 poses para a minha Xereta eram muito caros; é verdade também que na maioria das fotos que fiz no passado, meu dedo aparece no canto, mas como hoje não há mais necessidade de filme e a questão do dedo na frente da lente já foi resolvida, a quantidade e qualidade das fotos que faço já não são como no passado.

A minha antiga Kodak 101 hoje está guardada como relíquia de família e faz parte da história. A história, aliás, foi o que me proporcionou um novo tipo de contato com o mundo da fotografia. Me formei historiador pela Universidade Luterana do Brasil, mas no início do curso, na então Faculdade Porto-Alegrense de Educação, Ciências e Letras, tive o prazer de conhecer a Prof. Dra. Vera Lúcia Maciel Barroso, que na disciplina de Introdução aos Estudos Históricos me fez ver a importância da fotografia como fonte histórica. A ideia então surgiu: por que não utilizar uma câmera fotográfica para registrar minhas pesquisas?

Tudo a seu tempo, como se diz. Me formei historiador, depois mestre em Ciências Sociais. Passou-se quase uma década entre a ideia e a ação concretizada, mas em 2012 iniciei minha participação em cursos na área de fotografia, adquiri equipamento profissional e lancei-me neste novo desafio. O objetivo inicial era voltado para o meio acadêmico, mas descobri no ser fotógrafo um vício, daqueles que valem a pena ser cultivados.

Atualmente sigo como pesquisador nas áreas da História e Ciências Sociais, porém a paixão pela fotografia faz com que eu não me limite às questões do passado e da sociedade, mas também trabalha no campo das Artes Visuais. Um sorriso, um olhar, um momento de carinho, um motivo para se festejar, são histórias que merecem ser contadas e, assim, eternizadas. Pensando nisso e procurando fazer de cada foto um instante único e particular, minha paixão de infância hoje confunde-se com minha profissão: fotógrafo.?



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